Banner

Membro FIY

Banner
Banner

Calendário de Eventos

<<  Jun 2010  >>
 Se  Te  Qu  Qu  Se  Sb  Do 
   1  2  3  4  5  6
  7  8  910111213
14151617181920
21222324252627
282930    

Conecte-se



Informações do Portal

Membros : 629
Conteúdo : 1328
Links da Web : 27
Visualizações de Conteúdo : 4920537

Inscrição em Newsletter!

Cadastre-se e receba nossas novidades!

Nome:

Email:

Nós temos 121 visitantes online


Visitantes

Hoje: 236
Ontem: 1370
Esta Semana: 4689
Semana Passada: 9435
Este Mês: 10642
Mês Passado: 29922
Total: 2477230

Países

55.2%BRAZIL BRAZIL
41.3%UNITED STATES UNITED STATES
2.3%PORTUGAL PORTUGAL
0%SPAIN SPAIN
0%JAPAN JAPAN


Visitas desde janeiro de 2004
 

mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter

Média de 431.336 visitas por mês (2010 até março) e 107.834 visitas por semana (2010 até março)


Atual Fase da Lua

JoomlaWatch Stats 1.2.9 by Matej Koval
Banner
A LUZ NO NOVO PDF Imprimir E-mail
Avaliação do Usuário: / 4
PiorMelhor 
Artigos - Cláudio Azevedo
Escrito por Cláudio Azevedo   
Seg, 28 de Dezembro de 2009 09:23

 

Muito ouvimos falar que Deus é Pai, Deus é Mãe, Deus é Luz, Deus é Existência, Deus é Felicidade Eterna... Ser pai ou mãe, existir e ser feliz são experiências que podemos entender, pois são ocorrências reais que temos em nossa tridimensionalidade. Mas o que é ser Luz?

Talvez, antropologicamente, tragamos em nosso inconsciente aquelas primeiras experiências do poder dos raios produzindo fogo e trovões, ou do poder transformador e acalentador do fogo nos primeiros acampamentos do Homo sapiens, ou da vida advinda da existência daquele astro-rei que nasce e morre diariamente sobre as nossas cabeças... Talvez uma experiência luminosa real e pessoal daquilo que passamos a chamar de Deus, nas suas mais variadas formas, catalogadas através do tempo e do espaço de nossa história.

Não importa! Ao perceber que após cada pôr do Sol haverá sempre um renascer, que após cada experiência de escuridão há uma experiência de luminosidade e que a alegria sempre segue à tristeza, passamos a inferir que a saúde segue a doença e que o renascimento segue à morte...

Inferências e crenças à parte, estamos em tempo de solstício, onde o Sol, paulatinamente, ficará cada vez mais tempo sobre as nossas cabeças no hemisfério norte, fonte de mitológicos nascimentos de deuses, filhos de Deus, semideuses, heróis... registrados em nossa tradição oral e escrita da humanidade.

É tempo de renascer, em nossas próprias vidas...

É tempo de mudança de pontos de vista...

De novos olhares sobre velhas coisas...

De diferentes ações, apesar de nossos hábitos...

De flexibilidade sobre nossos engessamentos...

De soltar nossos apegos, limpar nossa casa...

Olhar para dentro e olhar para fora...

De fora para dentro, de dentro para fora...

Mirando o horizonte, a partir de nossos pés...

Amando, dançando, beijando...

Correndo, brincando, festejando...

Chorando, rezando, agradecendo...

Olhando, fitando, enxergando...

“Te vejo – Estou aqui!”

 

O novo... Ah o novo! Pensamos o novo, aspiramos ao novo... “ano novo, vida nova” é o que sempre dizemos. Mas, enquanto o velho é o mais funesto símbolo da impermanência das coisas, o novo é o mais sublime símbolo dessa mesma impermanência das coisas. O que acontece é que não suportamos a rigidez e fixidez das coisas por muito tempo e, avidamente, pedimos mudanças, novidades, manifestações físicas do princípio da impermanência que criou o universo e o mantém sempre em mutação. Ilusão, maya,o arquétipo da Grande Mãe...

 

Adoramos a ilusão e evitamos a desilusão,

mas que bom também sermos desiludidos...

 

Buscar o novo, o sempre novo

Ou buscar o eterno e imutável?

Estar no novo, o sempre novo

Ou ser o eterno e imutável?

O que fazer? Não fazer? Inércia, morte, vida, movimento...

 

Presença! Observar... Respirar... Sentir...

o fluir e o refluir do temporário, porta para o eterno.

Do Filho ao Pai, mas passando pela Mãe...

Do mundo ao Vazio Criador, atravessando o grande Poder Criativo...

Metáforas do Indizível, do Inabsorvível...

 

Que em nossa caminhada consigamos

ver o invisível,

ouvir o que não pode ser dito,

provar o que não pode ser provado, e

sentir o que não pode ser apreendido por nossos cinco sentidos

 

Saber viver e saber morrer

Saber andar e saber parar

Ver e escutar...

Em silêncio...

O Silêncio.

O Vazio.

A Luz...

 

Não a luz, mas a Luz!

Comentários
Adicionar novo Busca RSS
Adalberto Tripicchio  - Os Justos   |Manager |31-01-2010 09:46:10
Cláudio os justos são iluminados por essa majestosa Luz.

OS JUSTOS

Um homem que cultiva o seu jardim, como queria Voltaire.
O que agradece o existir música na terra.
O que descobre com prazer uma etimologia.
Dois empregados que num café do Sul jogam um silencioso xadrez.
O ceramista que premedita uma cor e uma forma.
O tipógrafo que compõe bem esta página, que talvez não lhe agrade.
Uma mulher e um homem que lêem os tercetos finais de certo canto.
O que acaricia um animal adormecido.
O que justifica, ou finge justificar um mal que lhe fizeram.
O que agradece haver Stevenson neste mundo.
O que prefere que tenham razão os outros.
Essas pessoas, ignoradas, estão salvando o mundo.

JORGE LUÍS BORGES
Escrever um comentário
Nome:
E-mail:
 
Website:
Título:
UBBCode:
[b] [i] [u] [url] [quote] [code] [img] 
 
 
:):grin;)8):p:roll:eek:upset:zzz:sigh:?:cry:(:x
 
Por favor coloque o código anti-spam que você lê na imagem.

3.26 Copyright (C) 2008 Compojoom.com / Copyright (C) 2007 Alain Georgette / Copyright (C) 2006 Frantisek Hliva. All rights reserved."

 
RocketTheme Joomla Templates