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Artigos -
Paz e Ecologia
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Escrito por Fábio Oliveira
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Ter, 23 de Fevereiro de 2010 09:33 |
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Vocês se lembram que: Em julho de 1997, o reator nuclear de Angra 1, no Brasil, é desligado por defeito numa válvula. Segundo o físico Luiz Pinguelli Rosa, foi "um problema semelhante ao ocorrido na usina de Three Mile Island", nos Estados Unidos, em 1979.  (Chernobyl) A descoberta da energia atômica em nosso século deveria ter sido uma bênção para a humanidade. E teria sido realmente, se ela tivesse se desenvolvido até aqui de maneira certa.
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Artigos -
Paz e Ecologia
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Escrito por Leonardo Boff
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Seg, 28 de Dezembro de 2009 09:09 |
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Leonardo Boff fala sobre os rumos do planeta terra e do ser humano Rogéria Araújo * As mobilizações sociais e os alardes sobre os prejuízos que a ação humana vem causando ao meio ambiente não foram suficientes para garantir o fechamento de acordos eficazes durante a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), concluída sexta-feira (18) em Copenhague, na Dinamarca. Os líderes mundiais demonstraram mais uma vez preferência pelo desenvolvimento do capital em detrimento da vida. Ainda assim, a postura de desdém para com os problemas climáticos do planeta não está engessando as ações da população na luta por pequenas mudanças. A evidência dada à causa ambiental tem servido para gerar consciência e, aos poucos, mudar maus hábitos de consumo. "O lugar mais imediato é começar com cada um", acredita Leonardo Boff. Em entrevista à ADITAL, o teólogo, filósofo e escritor fala sobre a necessidade de começarmos as mudanças que irão beneficiar a Terra por nós. "Cada um em seu lugar, cada comunidade, cada entidade, enfim, todos devem começar a fazer alguma coisa para dar um outro rumo à nossa presença neste planeta". Para Boff, não devemos depositar nossas esperanças nas decisões que vêm de cima.
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Artigos -
Religião e Espiritualidade
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Escrito por Luís Olímpio Ferraz Melo
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Ter, 23 de Fevereiro de 2010 11:06 |
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O terrorismo é tema pobre de análises dentro e fora da mídia, mas muito forte na mente das pessoas e alguns aspectos passam despercebidos do público. A origem de todas essas guerras ditas santas é encontrada nos livros ditos sagrados, pois mesmo sendo todos inconclusivos, sugerem que a humanidade não tem saída, ou seja, haverá um juízo final em que somente uma fração mínima escapará , isto se seguir piamente tudo que estiver prescrito nos livros ditos santos sem escorregar um só milímetro. Acusam equivocadamente os muçulmanos de serem terroristas natos e sujeitos extremamente perigosos, mas não é verdade, pois o povo muçulmano divide-se em dois grupos: xiitas e sunitas; aquele é extremista e vivem quase todos no Oriente Médio e nem todos são terroristas. Os sunitas são os moderados e fiéis seguidores de sua fé prescrita no Alcorão; e não é razoável acreditar que estes estejam ligados a atos terroristas. Em qualquer religião há extremistas, que antigamente eram denominados de maniqueístas; e hoje, de fundamentalistas. Os xiitas terroristas, na verdade, são doentes mentais que escolheram alguma religião para se abrigar, mas que ideologia ou objetivo algum possui. Regra geral, o suicida deseja explodir o mundo, mas como não consegue matar todos, mata-se levando o quanto pode. A religião tem favorecido o fanatismo e a disputas; e a hipóteses que jamai s serão comprovadas, visto que são ilusões as promessas. A questão da guerra pela suposta terra prometida, anunciada na Bíblia, não passa de mais um equivoco distorcido nas múltiplas traduções e nas interpretações dos exegetas. A história é absurda e diz no livro Gênesis, do Antigo Testamento, que Jacó teria lutado com Deus e vencido a batalha; e o Criador teria mudado o seu nome de Jacó para Israel, dai a origem do nome que hoje seria a terra denominada em outrora de Canaã.
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O Despertar de uma Nova Consciência |
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Artigos -
Religião e Espiritualidade
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Escrito por Eckhart Tolle
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Qua, 30 de Dezembro de 2009 20:24 |
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Resumo feito por Arnóbio Albuquerque Sempre que não encobrimos o mundo com palavras e rótulos, retorna à nossa vida a sensação do milagre, que foi perdida muito tempo atrás, quando a humanidade, em vez de usar o pensamento, deixou-se possuir por ele. Uma das mais básicas estruturas mentais que possibilita a existência do ego é a identificação. Quando nos identificamos com algo, fazemos dele o mesmo que nós e, assim, ele se torna parte de nossa identidade. Um dos níveis mais baixos de identificação é com as coisas, tanto que dizemos meu carro, minha casa, minhas roupas, e assim por diante. Tentamos nos encontrar nas coisas, porém nunca conseguimos fazer isso inteiramente e acabamos nos perdendo nelas. Essa é a sina do ego.
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